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Comer doces é uma necessidade fisiológica, diz especialista

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Comer doces é uma necessidade fisiológica, diz especialista

Você sabia? Aquela vontade de comer doces pode não ser apenas gula, mas sim uma necessidade física. Segundo os médicos especialistas, o açúcar é o alimento dos neurônios, as células do cérebro. E o corpo humano precisa da glicose do açúcar para se manter vivo.

Após 5 minutos sem essa substância, uma pessoa morre. A fraqueza pode ser um sinal de alerta do cérebro, avisando o seu organismo que precisa de açúcar.

Espera! Isso não é uma desculpa para extravasar no final de semana. Apesar de fazer bem, o açúcar não pode ser consumido em exagero. Para explicar melhor todas as vantagens e desvantagens da necessidade, separamos uma matéria do programa Bem Estar, com as atribuições do especialista no assunto, o ginecologista José Bento.

Segundo o médico, 60% da dieta deve ser composta por carboidratos, que podem ser sob a forma de frutas, doces ou pães e massas. A cada década, o metabolismo de cada indivíduo cai cerca de 5%, o que faz com que haja ganho de peso.

Muitas vezes, a glicose dá uma sensação de prazer e felicidade, além de funcionar como uma defesa contra o estresse. Isso ocorre porque ela mexe com neurotransmissores, como a dopamina e a serotonina, ligados a esses sentimentos. Tanto o açúcar dos doces quanto o dos carboidratos (como massas, pães e biscoitos) tem esse efeito – a diferença é que o primeiro chega à corrente sanguínea muito mais rápido.

A atividade física melhora o condicionamento das células preguiçosas e acelera a absorção do açúcar. Além disso, quanto menos doce comemos, menos ficamos viciados. Para mudar esse hábito, porém, pode-se levar até três meses. Para se ter uma ideia, uma colher de chá tem quase 100 calorias.

Depois do almoço ou jantar, a vontade de comer doces cresce porque os alimentos mais pesados demoram a ser processados, e o corpo continua com fome. A lembrança ou a visualização de algo gostoso aumenta ainda mais esse desejo. Uma dica é ingerir uma fruta pouco antes das refeições.

Quando caem no sangue, os doces produzem um pico de insulina. E logo vem aquela sensação de energia, mas em pouco tempo a fome volta. Nessa hora, se a pessoa não tomar cuidado, pega mais um bombom ou algo do gênero. E é assim que o pâncreas se acostuma a produzir altos níveis de insulina.

A resistência a esse hormônio, no caso de obesos e diabéticos, eleva a vontade por doces porque as células não recebem glicose, que fica retida no sangue, e, portanto continuam “famintas”. Além disso, no frio, o corpo produz mais calor e gasta mais energia, motivo pelo qual o apetite por doces e gorduras sobe.

Procurar um nutricionista é a melhor opção para uma dieta saudável. Além do especialista, consumir açúcar adequadamente é essencial. Procure receitas gostosas e menos calóricas.

Aqui, a receita de um delicioso e saudável bolo de chocolate. Bom apetite!

Fonte: Bem Estar

 

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Vita